domingo, 6 de maio de 2012

À Lua

Estás esplêndida hoje, imponente como deve ser. Nem o Sol chega a seus pés, mas enquanto vago sem rumo por estas ruas desertas, a cidade tenta escondê-la atrás das árvores e edifícios. Mas você sempre volta. E volta não só mais inspiradora, como também mais apaixonante.
Só eu conheço a ira que cresce em meu peito quando nuvens tenebrosas e carregadas envolvem seu brilho. Só eu sei como é o alívio de vê-las indo embora. E então um sorriso enfatiza meu rosto, enquanto te observo atentamente, como sempre, estática... como sempre, bela.

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